Coletivos

Os 4 coletivos que integram o 45o Festival de Inverno da UFMG são:

Margens e arredores da cidade (clique para acessar)

Cantares Afro-Brasileiros (clique para acessar)

Cineastas Indígenas (clique para acessar)

Imagens do Bem Comum: territórios e retratos (clique para acessar)

Faça aqui o download da programação aqui

As atividades de cada coletivo estão descritas abaixo:

MARGENS E ARREDORES DA CIDADE

Coordenação geral: Luciana Oliveira

Deslocando-se pela cidade em busca das memórias individuais e coletivas, esse coletivo promove intervenções no espaço público, nele suscitando novas formas de experiência, oferecidas pelas narrativas, músicas, poesias, comidas, trocas de sementes e mudas, dramaturgias e fantasias. São oferecidas as seguintes atividades:

1) Reflorescer do comum

Coordenador: Francisco Magalhães

Ementa:  Formado por crianças, jovens e todos que queiram plantar um bosque ou fazer um jardim, este grupo envolverá pessoas de vários bairros de Diamantina – a começar pela Palha – no plantio de espécies vegetais (hortaliças, grãos, cereais, temperos e flores) em lugares variados: na quadra de esportes, nas ruas e arredores, nos trajetos e deslocamentos do Caminhão Itinerante, nas casas das pessoas que queiram receber mudas e sementes que façam parte da memória local. Ouviremos histórias e, talvez, desenharemos.

Período: de 22 a 26 de julho

Horário: de 9h  às 13h

Vagas: 20

Público: adolescentes  e jovens da Palha, estudantes de outras cidades, interessados em gastronomia e alimentação, interessados em jardins, cultivos de plantas e lavouras, vizinhos, curiosos

Material do participante: roupa confortável para trabalho de campo e atividades de plantio; caneta preta, lápis HB e prancheta para anotação

Local: E. E. Gabriela Neves e lugares visitados pelo Caminhão Itinerante

2) Cidade, arte e ativismo

Coordenadores: Joviano Mayer (Brigadas Populares) e Gustavo Bones (Grupo Espanca!)

Ementa: Este grupo fará intervenções estéticas e políticas ao longo das margens do Rio Grande. Limpo no pé da serra, ele transforma-se, na cidade, em um esgoto a céu aberto. Em contato com a comunidade próxima ao rio, os participantes  debaterão o direito à cidade, ao espaço público e aos instrumentos de política urbana e de mobilização social, ao mesmo tempo em que participarão de um processo coletivo de criação de intervenções artísticas no espaço urbano. Os inscritos no grupo e os moradores se mobilizarão para criar e preparar uma “caminhada artística” do Festival, no sábado, dia 27, pelas margens do rio

Período: 22 a 27 de julho

Horário: 9h às 13 h

Vagas: 25

Público: Moradores de Diamantina, estudantes e profissionais de áreas afins à questão urbana, ativistas do direito à cidade, artistas interessados (de todas as artes), a partir de 18 anos

Local: Rua Areião, 148 – Bairro Rio Grande

2.1) Caminhada Artística  

Contará com a participação do coletivo PISEAGRAMA: espaços públicos existentes, urgentes e imaginários, ampliando ação de campanha de interesse público para Diamantina.

3) Banquete público: comidaria comum

Coordenadores: Patrícia Brito e Associação Mulheres Reais

Ementa: Com base na memória gustativa das pessoas da cidade e dos demais participantes do Festival, serão desenvolvidas receitas e inventados pratos a partir de um mapeamento das hortaliças, ervas e outros alimentos vindos do cerrado. O trabalho será desenvolvido juntamente com o Caminhão Itinerante, a cada dia em um lugar. Haverá trocas de receitas, de mudas de hortaliças e ervas que os participantes poderão levar para casa e cultivar.

Período: de 22 a 27 de julho

Horário: de 9h às 15h

Vagas: 30

Público: Interessados em gastronomia, memória gustativa e sociabilidades associadas ao comer coletivo, pessoas detentoras de saberes da culinária tradicional de Diamantina, estudantes de diversas áreas e comunidade em geral, a partir de 18 anos

Local: Sede da Associação Mulheres Reais e lugares visitados pelo Caminhão Itinerante

4) Vivências do Hip Hop

Coordenação: Família de rua (BH)

Atuante no cenário cultural de Belo Horizonte desde 2007, o coletivo Família de Rua privilegia as manifestações artísticas urbanas, promovendo ações que contemplam as raízes do Hip Hop e do Skate, como os projetos “Duelo de MCs” e “Família de Rua Game of Skate”, que ocupam o espaço público da cidade, promovendo arte nas ruas há seis anos. Para o Festival de Inverno a FDR oferecerá palestras, vivências artísticas e uma apresentação do “Duelo de MCs”. As vivências são as seguintes:

a) Organização coletiva e intervenções na cidade  

Ementa: Compartilhando sua experiência de seis anos promovendo ações da cultura urbana no espaço público da cidade de Belo Horizonte, o coletivo Família de Rua ministrará vivências voltadas para a intervenção no cotidiano da cidade a partir da organização coletiva e do trabalho colaborativo. Esta vivência será ministrada por Ozléo, Monge e PDR Valentim, integrantes do coletivo Família de Rua.

Período: 24 a 26 de julho

Horário: 17h às 20h

Vagas: 20

Público: Moradores das comunidades de Diamantina e  participantes do festival a partir de 15 anos

Local: Associação Comunitária da Cidade Nova

b) MC / Poesia

Ementa: Da postura nos palcos à relação com suas raízes culturais, passando pela poesia e pela literatura, esta vivência apresentará diferentes possibilidades de atuação e a riqueza do trabalho dos mestres de cerimônias (MCs), os porta-vozes da cultura Hip Hop. A vivência será ministrada por Kdu dos Anjos, artista do Hip Hop de Belo Horizonte, poeta e arte-educador.

Período: 24 a 26 de julho

Horário:  9h às 12h

Vagas: 20

Público: Moradores das comunidades de Diamantina e  participantes do festival a partir de 15 anos

Material do participante: lápis HB Faber Castell e borracha branca

Local: Escola Municipal Cidade Nova

c) Graffiti

Ementa: Na vivência de graffiti os participantes experimentarão diferentes técnicas e materiais que fazem parte do desenvolvimento da escrita urbana, além de conhecer o contexto histórico e discutir a relação do graffiti com a cidade. A vivência será ministrada por Wera, grafiteiro com muitos anos de atuação nas ruas e uma ampla experiência nas salas de aula como educador.

Período: 24 a 26 de julho

Horário: de 9h às 12h

Vagas: 20

Público: Moradores das comunidades de Diamantina e  participantes do festival a partir de 15 anos

Material do participante: lápis HB Faber Castell e borracha branca

Local: Escola Municipal Cidade Nova

d) DJ / Produção Musical

Ementa: Técnicas de mixagem, scratch e a importância do estudo serão alguns dos aspectos apresentados nesta vivência, que também discutirá a atuação do DJ como produtor musical e pesquisador.

Período:  24 a 26 de julho

Horário: 9h às 12h

Vagas: 20

Público: Integrantes das comunidades de Diamantina e participantes do Festival (a partir de 15 anos)

Local: Associação Comunitária do Bairro Cidade Nova

e) Danças Urbanas para além dos muros!

Coordenador: Leandro Belilo

Ementa: Serão oferecidas aulas teórico-práticas de Danças Urbanas com ênfase nas vertentes do House Dance e do Hip Hop Dance; exercícios práticos que trabalham fundamentos, passos básicos, técnica, musicalidade e criatividade; ferramentas para improvisação usando os passos básicos e suas possibilidades; criação de células coreográficas. Haverá também uma conversa sobre o universo das danças urbanas e sobre o processo de criação do espetáculo “Meráki”.

Período: 23 a 25 de julho

Horário: 9h às 12h

Vagas: 20

Público: Todos os que se interessam por danças urbanas, a partir dos 14 anos

Material do participante: roupas confortáveis e tênis

LocalEscola Municipal Cidade Nova

5) Oficina de Dança:Improvisação/Composição

Coordenadora: Tiça Pinheiro

Ementa: A oficina aborda dois conceitos fundamentais  tanto para a dança em geral como para quem trabalha ou pretende trabalhar com improvisação: Escuta Improvisação. Será trabalhada a movimentação peculiar de cada um, a composição do espaço por meio do ritmo, dos planos e das dinâmicas, além do estudo das necessidades da cena.

Período: Dias 25 e 26 de julho

Horários: Dia 25 (quinta), das 15h  às 17h / Dia 26 (sexta), das 10h às 12h

Vagas: 15

Público: Bailarinos, professores de dança e artistas de todas as áreas que se interessam  em trabalhar com o corpo, a partir de 16 anos

Local: Museu do Diamante

6) A cena e a cidade

Coordenadores: Cida Falabella e Rogério Coelho

Ementa: Este grupo convida os fazedores de artes cênicas da cidade a compartilhar suas pesquisas e ideias na elaboração de uma experimentação coletiva, apoiada na pesquisa Teatro x realidade, baseada nos fundamentos do teatro épico de Brecht e performance (desenvolvida pela ZAP 18) e o conceito de Epopeias populares – narrativas sobre a cidade,  proposto pelo poeta e dramaturgo Rogério Coelho. Aberta a atores, bailarinos, rappers, poetas e músicos que se dispõem à construção de uma cena instigante e plural, tendo como inspiração o lugar onde vivem e suas questões. No encerramento haverá uma apresentação para o público do Festival

Período: 22 a 26 de julho

Horário: de 9h às 13h

Vagas: 30

Público: pessoas e grupos com experiência em teatro, dança, performance, poesia e  música, a partir de 18 anos

Material do participante: material de sua pesquisa teatral, vídeos, textos, etc

Local: Escola Estadual Prof. Leopoldo Miranda

7) Caminhão itinerante

Coordenadores: Adriano Matos,  Ivie Zappellini e Maria Cecília Alves

Ementa: Este grupo dedica-se a inventar e produzir experiências de ocupação no território da cidade, por meio das seguintes ações: criação dos suportes espaciais necessários para ancorar o caminhão nos diferentes lugares; promover a interação entre as atividades trazidas pelo caminhão e os moradores, levando em conta as singularidades arquitetônicas dos lugares; compartilhar ideias e ações para a construção itinerante das diferentes atividades propostas pelo Festival.

Período: 22 a 27 de julho

Horário: de 9h às 18h 

Vagas: 40 (20 para crianças a partir de 8 anos e 20 para jovens a partir de 15)

Público: O grupo trabalhará com dois públicos: um formado por crianças, que darão continuidade ao trabalho do ano passado ( chamado “Invenção da cidade pelas crianças”), sob a supervisão de Maria Cecília Valente; e outro formado por jovens, conduzido por Ivie Zappellini

Material do participante: mochila com objetos de necessidade pessoal, água, caderno e lápis

Local: em diferentes lugares da cidade, com preparação na parte da manhã

8) Errância do Boi da Manta

Coordenadores: Gercino Alves e Associação Cultural Irmandade dos Atores da Pândega

Ementa: A dramaturgia da Irmandade dos Atores da Pândega evoca elementos, movimentos e performances de manifestações folclóricas, da capoeira angola e da dança afro.  Os atores propõem uma ação itinerante pelos territórios ocupados e experienciados no período do Festival, fazendo caminhar e girar o Boi, “amarrando” as pessoas e as espacialidades de Diamantina.  O Boi da Manta também anunciará o  cortejo carnavalesco que percorrerá a cidade no domingo de tarde,  encerrando as atividades do Festival.

Período: 22 a 28 de julho de 2013

Horário: de 9h às 13h / Domingo (28) de 13h às 18h

Vagas: 10 (5 homens e 5 mulheres)

Público: atores, dançarinos, músicos, capoeiristas e demais interessados na vivência do Boi da Manta, acima de 15 anos

Material do participante: instrumento musical de percussão (se tiver)

Local: Lugares visitados pelo caminhão itinerante

9) Narrativas do Festival

Coordenador: Elton Antunes

Ementa: O grupo vai experimentar uma “razão sensorial” para o jornalismo a ser repercutida em textos que circularão por espaços variados do Festival (pelas ruas, lugares, casas e mídias). Com narrativas de diferentes registros e formatos, e servindo-se de suportes variados,  o grupo buscará impregnar uma escrita verbal jornalística por  modos outros de pensamento que desordenem a tradicional retórica informativa.

Período: 22 a 26 de julho de 2013

Horário: de 9h às 13h

Vagas: 15

Público: Interessados no jornalismo e sua escrita, estudantes a partir do secundário, professores e demais interessados

Material do participante: câmera fotográfica digital simples (pode ser em aparelho celular), caneta esferográfica

Local: Escola Estadual Prof. Leopoldo Miranda

10) Ateliês  abertos do Museu do Pão de Santo Antônio

Coordenador: Alice Gontijo, Fábio Martins e Janes Mendes Pinto

Ementa: Integrado ao Centro Cultural UFMG, o Museu Vivo Memória Gráfica – espaço que atua na preservação e na divulgação das artes tradicionais do livro – oferecerá quatro  ateliês em torno do acervo museológico e documental pertencente ao jornal Voz de Diamantina, vinculado à Associação do Pão de Santo Antônio.  Os ateliês são os seguintes: a) impressão tipográfica; b) conservação-restauração; c) acondicionamento; encadernação.

Período: 22 a 26 de julho de 2013

Horário: de 9h às 13h

Vagas: 15

Público: interessados nas práticas e técnicas de preservação do impresso

Local: Associação do Pão de Santo Antônio

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CANTARES  AFRO-BRASILEIROS

Este coletivo propõe diversas experiências com os saberes negros oriundos das matrizes afro-brasileiras e africanas, dentre eles a música, o canto, os ritmos, as danças, as línguas, as ervas medicinais, oferecendo uma diversidade de práticas que se desenham como um bem maior, o bem comum.

Coordenação geralLeda Martins

O coletivo oferecerá quatro atividades:

1) Cantos afro-brasileiros: brincando e resistindo na tradição

Coordenadora: Glaura Lucas

Ementa: propiciará aos participantes o contato com cantos e danças condutores de expressões culturais de tradições afro-brasileiras, através da vivência prática, da transmissão de conhecimentos sobre suas motivações originais, seus contextos de significação, de elaboração da experiência e da memória, estimulando a prática e a fruição musical como um bem comum.

Período: de 22 a 26 de julho de 2013

Horário: de 9h às 11h

Vagas: 25

Público: interessados nas expressões culturais afro-brasileiras, a partir de 12 anos

Local: Casa de Chica da Silva

Mestres Oficineiros

Capitão Jorge Antônio dos Santos (Arturos/Contagem)

Capitão José Bonifácio da Luz (Arturos/Contagem)         

Capitão João Batista da Luz (Arturos/Contagem)

Participação Especial de Mestres Convidados:

Capitã Pedrina de Lourdes Santos (Oliveira/MG)

Capitão Expedito da Luz Ferreira (Jatobá/BH)

Sra. Isabel Casimira das Dores Gasparino (Rainha Conga de Minas Gerais/ BH)

2) Cantares em línguas africanas rituais

Coordenação: Leda Martins e Sônia Queiroz

Ementa: por meio dos cantos e dos falares dos mestres de Irmandades de N. S. do Rosário e da análise das pesquisas de campo realizadas nas comunidades, Arturos, Jatobá, Oliveira, Concórdia e Milho Verde, o grupo vai redigir um glossário sobre as línguas africanas rituais e registrar (em sons e imagens) os cantos do repertório dos rituais do Reinado de N.S. do Rosário em que ainda estejam presentes palavras de línguas africanas.

Período: de 22 a 26 de julho

Horário: de 11h às 13h

Vagas: 15

Público: interessados nas expressões culturais e linguísticas afro-brasileiras, a partir de 12 anos

Local: Casa de Chica da Silva

Mestres Convidados:

Capitão Expedito da Luz Ferreira (Jatobá/BH)

Capitã Pedrina de Lourdes Santos (Oliveira/MG)

Capitão Ivo Silvério da Rocha (Milho Verde/MG)

Capitão Jorge Antônio da Silva (Arturos/Contagem)

Capitão José Bonifácio da Luz (Arturos/Contagem)

Sr. Pedro de Alexina (Quartel do Indaiá/MG)

Sra. Isabel Casimira das Dores Gasparino (Rainha Conga de Minas Gerais/ BH)

Profa. Yeda Pessoa de Castro (NGEALC-UNEB/Salvador)

Pesquisadores das Irmandades, instrumentistas e coristas: 

João Batista da Luz (Capitão da Guarda de Moçambique dos Arturos/Contagem)

Antônio Márcio dos Santos (Arturos/Contagem)

Ester Antonieta Santos (Capitã da Guarda de Moçambique de Oliveira)

Isabel Casimira Gasparino Martins (Guarda Treze de Maio, BH)

Eliete Karla dos Santos Oliveira (Capitã do Congo de São Benedito, Jatobá, BH)

Ritielly Caroline Pereira Barroso (Capitã do Congo de São Benedito, Jatobá, BH)

3) Oralituras Quilombolas

Coordenação: Márcia Betânia de Oliveira Horta

Ementa: Esta atividade possibilitará encontros e trocas de experiências entre os mestres e jovens das comunidades quilombolas de Vargem do Inhaí, Mata dos Crioulos e Quartel do Indaiá e todos os interessados (especialmente os professores) nas formas de transmissão das práticas e dos saberes dessas comunidades. As atividades envolverão cantos trovadorescos, danças (chula), cantos (folia de Reis), contação de histórias e saberes da medicina tradicional.

Período: de 22 a 25 de julho de 2013

Horário: de 9h às 12h

Vagas: 25

Público: jovens e adultos, agentes culturais, educadores de Diamantina e das demais comunidades envolvidas, e interessados em geral, a partir de 16 anos

Material do participante: material para anotação

Local: Casa de Chica da Silva

Mestres convidados:

Maria Lira Marques (Araçuaí)

Frei Chico (Ribeirão das Neves)

Sr. Pedro de Alexina (Pedro Vieira)

Sra. Maria Macarrão (Maria dos Reis Bispo Amorim)

D. Miúda (Ana Afonso Pereira)

Sr. Tião Painha (Mata-Pindaíba)

4) Tambores mineiros: despertar do ser

Coordenadores: Santonne Lobato e Geovanne Sassá

Ementa: A partir da experimentação de ritmos afro-brasileiros (moçambique, congo, congo-quebrado, serra abaixo, marcha-grave, boi de reis, Zé Pereira, cacuriá, batuque e lundu), serão abordadas várias formas de expressão corporal, facial e vocal, proporcionando aos participantes o desenvolvimento do senso rítmico e um maior conhecimento do corpo e suas capacidades. Ao final da atividade os participantes farão uma pequena apresentação dentro da programação do Festival.

Período: de 22 a 26 de julho de 2013

Horário: de 9h às 12h

Vagas: 25

Público: crianças de 07 a 14 anos

Material do participante: qualquer instrumento de percussão

Local: E. E. Profa. Gabriela Neves – Palha

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CINEASTAS INDÍGENAS

Coordenação geral: Ruben Caixeta de Queiroz e Cristiane da Silveira Lima

Este coletivo oferecerá três atividades durante as manhãs, mais uma pequena mostra de filmes  à noite.

1) Oficina de câmera

Coordenador: Divino Tserewahú

Ementa: Será oferecida aos participantes uma formação inicial no uso e no manuseio da câmera de vídeo para o registro de acontecimentos e situações vivenciadas por grupos culturais e/ou minoritários no país hoje. Essa formação se dará a partir do exercício de filmagem das diversas atividades do Festival de Inverno.

Período: de 22 a 26 de julho

Horário: de 9h às 13h

Vagas: 12 (distribuídas entre os guarani-kaiowá, os wai-wai e demais interessados)

Público: índios guarani-kaiowá, wai-wai e outros interessados.

Local: Teatro Santa Izabel

2) A linguagem do Cinema

Coordenador: Maurice Capovilla

Estreou no cinema no início da década de 1960 realizando curta metragenso . A estréia em longas foi com o documentário “Brasil Verdade” e logo depois com “bebel, Garota Propaganda”. Outros filmes de destaque dirigidos por ele foram: “O Profeta da Fome”; “Vozes do Medo”; “As Noites de Iemanjá”; “Jogo da Vida” e “Copa 78, o Poder do Futebol”. Ele também atuou na TV e fez parte da equipe que criou os programas “Globo Shell”e “Globo Repórter” para a Rede Globo.

Ementa:  Princípios de linguagem cinematográfica. O cinema atrás das câmeras. Interpretação e exercícios sobre as principais estratégias de narrativas audiovisuais de cunho documentário ou ficcional.

Período: 22 a 26 de julho

Horário: de 9h às 13h

Vagas: 30 (distribuídas entre os guarani-kaiowá, os wai-wai e demais interessados)

Público: estudantes e profissionais da área do audiovisual (haverá vagas reservadas para os indígenas convidados pelo evento)

Material do participante: material para anotação

Local: Escola Estadual Prof. Leopoldo Miranda 

3) Encontro de realizadores indígenas: experiências e novas perspectivas

Coordenadores: Vincent Carelli e Ruben Caixeta de Queiroz

Ementa: O encontro reunirá realizadores de várias etnias (Mbya-Guarani, Xavante, Kuikuro, Kalapalo, Kisêdjê, Huni Kuin, Ashaninka, Maxakali, Guarani-Kaiowá e Yanomami) e profissionais ligados à antropologia, ao indigenismo e ao meio audiovisual. Serão discutidas as múltiplas experiências do cinema indígena no país, a partir dos depoimentos e intervenções dos cineastas (que exibirão e comentarão seus filmes), além da participação de estudiosos e militantes envolvidos com a causa indígena

Período: 22 a 26 de julho

Horário: das 9h às 13h

Vagas: 40

Público: todos os interessados na produção audiovisual indígena

Local: Teatro Santa Izabel

Cineastas convidados

Divino Tserewahú (Xavante)

Laércio Tseredzadadzuté (Xavante)

Takumã Kuikuro (Kuikuro)

Munai Kuikuro (Kuikuro)

Tawana Kalapalo (Kalapalo)

Zezinho Yube (Huni Kuin)

Kamikia Kisêdjê (Kisêdjê)

Isaac Pinhanta (Ashaninka)

Patrícia Ferreira (Mbya-Guarani)

Aldo Ferreira (Mbya-Guarani)

Isael Maxakali (Maxakali)

Suely Maxakali (Maxakali)

Saudo Capilé (Guarani-Kaiowá)

Eliel Benites (Guarani-Kaiowá)

Morzaniel Iramari Aranariutheri (Yanomami)

Outros convidados

Vincent Carelli (Vídeo nas Aldeias)

Alexander Noronha de Albuquerque (Museu do Índio)

Leopoldo Nunes (Secretaria do Audiovisual – MinC)

Laine Milan (jornalista/ Programa Aw’ue – TV Cultura-SP)

Marcos Altberg (produtor e diretor/ Programa Revista do Cinema Brasileiro – TV Brasil)

Antônio Achilis Silva (jornalista da EBC – Empresa Brasil de Comunicação)

Idelber Avelar (Tulane University)

André Brasil (PPGCOM – UFMG)

PROGRAMAÇÃO DO ENCONTRO

Segunda (22 de julho)Relatos de experiências em curso: Vídeo das Aldeias, realizadores Maxakali e ASCURI (rodas de conversa e exibição de trechos de filmes comentados pelos realizadores).

Terça (23 de julho) Relatos de experiências em curso:  Vídeo das Aldeias, realizadores Maxakali e ASCURI (rodas de conversa e exibição de trechos de filmes comentados pelos realizadores).

Quarta (24 de julho)

9h – 13h – Distribuição e circulação dos filmes indígenas: das aldeias para os festivais e para a TV

Laine Milan (Programa Aw’ue – TV Cultura-SP)

Leopoldo Nunes (SAV-MinC)

Marcos Altberg (produtor e diretor/ Programa Revista do Cinema Brasileiro – TV Brasil)

Vincent Carelli (Vídeo nas Aldeias)

Quinta (25 de julho)

9h – 11hAssembleia geral dos realizadores indígenas: realizadores indígenas e pesquisadores ligados aos coletivos de produção audiovisual

11h30 – 13h: Exibição de filme. Sessão comentada pelo Prof. André Brasil (UFMG)

Sexta (26 de julho)

9h – 11h: Outras mídias, novas táticas

Idelber Avelar (Tulane University)

11h30 – 13h: Exibição de filme. Sessão comentada (a definir).

4) Mostra de filmes

Duas sessões com exibição dos filmes das diferentes etnias, seguidas de debate com os realizadores e com pesquisadores convidados, que se dedicam ao estudo dessas tradições e também do cinema.  (Previstas para a noite – horário, programação e local: a definir)

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IMAGENS DO BEM COMUM: TERRITÓRIOS E RETRATOS

Coordenação geral: André Brasil e Júnia Torres

Este coletivo abriga as seguintes atividades:

1) A cidade é uma só?

Coordenador: Adirley Queiroz

Ementa: Por meio da produção de mini-documentários, clipes, registros de performances e intervenções na cidade, pretende-se apreender os vários saberes e discursos que fazem da cidade um espaço heterogêneo, inacabado, em constante embate. Serão abordadas as manifestações da periferia, trazendo-as para o centro da cultura e da experiência na cidade. O grupo produzirá imagens sobre e com os integrantes da cultura hip hop, de modo a estimular a troca de experiências entre os coletivos.

Período: de 22 a 27 de julho

Horário: de 9h às 13h

Vagas: 5

Público: interessados  em criação audiovisual e na prática do documentário (a partir de 14 anos). É desejável, mas não obrigatório, o conhecimento básico de técnicas de filmagem e edição.

Material do participante: câmera de vídeo e computador (opcional)

Local: Escola Municipal Cidade Nova

2) Kinok documenta

No espírito do cinema-verdade e do cinema direto, o grupo documentará as experiências e saberes do Festival, subdividido em quatro sub-grupos, para os quais a inscrição deve ser feita separadamente: 

a) Kino-Arredores

Coordenador: Bernard Belisário

Ementa: acompanhará as ações no Bairro da Palha e nos arredores de Diamantina, atentos aos processos e às práticas.

Período: de 22 a 28 de julho

Horário: de 9 às 13h / de 15h às 18h (com revezamento)

Vagas:  5

Público: Interessados em criação audiovisual e na prática do documentário, a partir de 14 anos. É desejável, mas não obrigatório, o conhecimento básico de técnicas de filmagem e edição

Material do participante: câmera de vídeo e computador (opcional)

Local: Escola Estadual Prof. Leopoldo Miranda

b) Kino-Índio

Coordenadora: Carolina Canguçu

Ementa: participará do Encontro de Realizadores Indígenas criando imagens a partir das experiências compartilhadas.

Período: de 22 a 28 de julho

Horário: de 9h às 13h / de 15h às 18h (com revezamento)

Vagas:  5

Público: Interessados em criação audiovisual e na prática do documentário, a partir de 14 anos. É desejável, mas não obrigatório, o conhecimento básico de técnicas de filmagem e edição

Material do participante: câmera de vídeo e computador (opcional)

Local: Escola Estadual Prof. Leopoldo Miranda

c) Kino-Cantares

Coordenador: Pedro Aspahan

Ementa: filmará as atividades dos Cantares afro-brasileiros, com atenção ao registro sonoro.

Período: de 22 a 28 de julho

Horário: de 9h às 13h / de 15h às 18h (com revezamento)

Vagas:  5

Público: Interessados em criação audiovisual e na prática do documentário, a partir de 14 anos. É desejável, mas não obrigatório, o conhecimento básico de técnicas de filmagem e edição

Material do participante: câmera de vídeo e computador (opcional)

Local: Escola Estadual Prof. Leopoldo Miranda

d) Kino-Rio

Coordenadora: Raquel Junqueira

Ementa: acompanhará a ações no Rio Grande, participando também das intervenções.

Período: de 22 a 28 de julho

Horário: de 9h às 13h / de 15h às 18h (com revezamento)

Vagas:  5

Público: Interessados em criação audiovisual e na prática do documentário, a partir de 14 anos. É desejável, mas não obrigatório, o conhecimento básico de técnicas de filmagem e edição

Material do participante: câmera de vídeo e computador (opcional)

Local: Escola Estadual Prof. Leopoldo Miranda

3) A casa, a rua, o rio

Coordenadores: Ana Carvalho e Fernando Ancil

Ementa: Munidos de câmeras analógicas amadoras, crianças e jovens fotografarão diferentes espaços da cidade, tornando visíveis as experiências e formas de vida que eles abrigam. Ao final será realizado um fanzine com as fotografias e o material produzidos.

Período: 22 a 26 de julho

Horário: de 9h às 13h

Vagas:  15

Público: Crianças de 8 a 16 anos

Material do participante: lápis preto 2B

Local: Escola Estadual Profa. Gabriela Neves

4) Experimentar o cinema

Coordenadores: Cézar Migliorin e Isaac Pipano

Ementa: Série de encontros com educadores de qualquer nível que tenham interesse em desenvolver projetos com o cinema em seus cursos. Os encontros visam aproximar os educadores de questões cinematográficas, permitindo que entrem nos cursos, com atenção a suas dimensões estéticas e sensíveis.

Período: 25 a 27 de julho

Horário: de  9h às 13h

Vagas:  30

Público: Educadores

Local: Escola Estadual Prof. Leopoldo Miranda

O SOM DA CIDADE: O PASSADO E HOJE (ATIVIDADE EXTRA)

Seminário com Odette Ernest Dias

A flautista e concertista oferecerá um seminário aberto a todos os músicos da cidade, no qual apresentará o riquíssimo acervo de partituras e manuscritos de autores diamantinenses do século XIX, por ela catalogado. O acervo está preservado atualmente na biblioteca do bispado.

O seminário acontecerá nos dias 22, 23 e 24 no Conservatório Estadual de Música Lobo de Mesquita, das 09 às 13h, e pretende oferecer o livre acesso a essa vida musical do passado, religando-a ao presente. Para participar do seminário não é necessário inscrição prévia. Todos os músicos e amantes da música estão convidados.

Haverá também um concerto, com obras recuperadas e arranjos do maestro Reginaldo Cruz, com a Orquestra Jovem de Diamantina e a participação de Odette Ernest Dias como solista de flauta. O concerto acontecerá na segunda-feira, 22 de julho, na Quadra do Bairro da Palha, às 20 h.